Simples Nacional ou Lucro Presumido: como decidir sem adivinhar
Equipe SGECONT · 11 de agosto de 2026 · 6 min de leitura
A maioria das empresas escolhe o regime tributário uma vez e nunca mais revisita a decisão — mesmo quando o faturamento muda completamente. Mostramos os pontos que realmente importam nessa escolha.
A decisão entre Simples Nacional e Lucro Presumido costuma ser tomada uma única vez, no momento de abrir a empresa. O problema é que a empresa muda — fatura mais, contrata mais gente, muda de atividade — e o regime tributário que fazia sentido no início pode não fazer mais sentido três anos depois.
O que realmente pesa na conta
Não é só o percentual de imposto anunciado. Entram na conta a folha de pagamento (o chamado Fator R, que pode mudar completamente o enquadramento de empresas de serviço), a margem de lucro real da atividade, e os limites de faturamento de cada regime.
Duas empresas do mesmo setor, com o mesmo faturamento, podem pagar valores de imposto bem diferentes dependendo da estrutura de custos e folha de cada uma.
O erro mais comum
Definir o regime uma vez e nunca mais revisar. Mudanças de faturamento, contratação de funcionários ou alteração na atividade principal são todos gatilhos para reavaliar se o enquadramento atual ainda é o mais vantajoso.
O que fazer
Revisar o enquadramento tributário não é algo que se faz de cabeça ou com uma calculadora genérica — depende da estrutura real de custos e receitas da empresa. Se já faz mais de um ano desde a última revisão, vale a pena reservar um horário para essa análise.
Se quiser entender como isso se aplica à sua empresa, fale com a equipe da SGECONT.
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